28 de dezembro de 2007
Boas energias em dias chuvosos
“Que sejam as estradas a vir ao teu encontro;
Que o vento sopre sempre nas tuas costas;
Que o sol aqueça a tua face
e a chuva caia suavemente nos teus campos.
E até que nos voltemos a encontrar,
que o teu Deus te conserve na palma da mão”
27 de dezembro de 2007

Natal
Vale a lembrança de todos os que vão estando por perto ao longo do ano.
18 de dezembro de 2007
15 de dezembro de 2007
O caminho dos amigos
Que verdade! E que distraída eu devo andar para me terem de lembrar disto.
Obrigada Sérgio!
13 de dezembro de 2007
As enguias e a areia
Não enganam. Olhamos e sabemos que é assim.
Têm uma espécie de fuga honesta, se é que alguma fuga pode ser honesta.
A areia, pelo contrário, parece espessa e firme.
Deixa-nos mesmo agarrá-la e convencer-nos de que nos pertence.
A ilusão dura até ao momento em que fechamos a mão. Traiçoeira, foge-nos por entre os dedos qual animal asfixiado.
E consegue.
Não sendo esguia consegue concretizar uma fuga lenta mas eficaz.
A frustração que fica quando a areia nos foge por entre os dedos é uma frustação de expectativas.
Ao contrário da enguia cuja agitação, rebelde, não nos engana, a areia faz-nos acreditar, por momentos, que a podemos possuir.
Moral da história:
A areia é boa para mexer e rebolar mas nunca para levar para casa.
Que o diga o aspirador doméstico entupido de grãos finos quando chegam os dias de sol.
As enguias, essas, são boas para comer mas nunca para agarrar.
10 de dezembro de 2007
Light a Million Candles
A única coisa que nos pedem é para acender uma vela virtual.
O objectivo é acender um milhão de velas em 4 meses.
Já acendi a minha.
http://www.lightamillioncandles.com
8 de dezembro de 2007
The Doors - Touch Me
Porque Jim Morrison faz anos. E porque não sabia mas hoje apeteceu-me ouvi-lo...e descobri aqui.
5 de dezembro de 2007
A confiança, esse estranho fenómeno
Como tal, criou uma hierarquia de fontes, consoante os graus de credibilidade que cada uma delas merece:
Grau A - Completamente fiável. Aqui podemos dizer que só temos em conta informação da própria organização, no que diz respeito a dados quantitativos internos e/ou públicos
Grau B - Normalmente confiável
Grau C - Razoavelmente confiável
Grau D - Não é por norma confiável
Grau E - A confiabilidade não pode ser determinada
A maioria das fontes recairão nas categorias A e B, enquanto que no caso de novas fontes, estas provavelmente recairão na categoria E. Normalmente, o decorrer do tempo fará com que uma fonte passe de uma categoria para outra.
Até aqui tudo certo. Mesmo que a CIA fosse, como alguém pensa, o Culinary Institute of America e não a Central de Informação. Todos nós classificamos as nossas fontes desta forma empiricamente, mesmo não lhe dando esta categorização tão sistematizada.
Quando conhecemos alguém tratamos de colocá-la no Grau E e, á medida que o tempo e a relação se vão aprofundando, irá ser promovida a Grau A ou B. Naturalmente.
E quando conhecemos e privamos com alguém durante anos e não conseguimos tirá-lo do Grau E?
Acontece. Não gostamos menos de alguém por isso. O mistério até é, em muitos casos fonte de atracção.
E, além do mais, nós não somos a CIA e podemos ser atraídos pelo desconhecido.
Já Heraclito dizia que o oculto é o perigo e o perigo, convite a aderir ao oculto.
Mas o que dizer daqueles que, no minuto em que os conhecemos sabemos instintivamente que são confiáveis?
O que acontece no nosso cérebro? Que química é essa que nos leva a confiar cegamente em estranhos com a convicção absoluta de que são estranhos mas de confiabilidade de Grau A?
Que código é esse que transmitimos uns aos outros e que o nosso cérebro consegue descodificar sem percebermos como?
Quão indecifrável é a essência humana?
Que diremos nós aos outros sobre nós mesmos nos momentos de silêncio aparente?
Muito, concerteza.
Chamo-lhe intuição mas confesso que não sei o que é verdadeiramente a intuição.
Resta-me agradecer aos amigos que confiam em mim e regozijar-me por ter amigos de Grau A.
4 de dezembro de 2007
3 de dezembro de 2007
O Público errou...
Errar é humano.
Considerar que uma sondagem é um resultado e fazer disso primeira página não é, para mim, um erro. É inexperiência.
Como não posso colocar José Manuel Fernandes no lote dos inexperientes, e muito menos nestas lides eleitorais, só me resta perguntar: O que se passa no Público?
Voltar
Porque há vida para além do blog e nem sempre consigo retratá-la aqui com a distância e imparcialidade que impus a mim mesma.
Enfim, voltei e tenho em mim a convicção de que vou conseguir transpor mais do que o habitual para a Tertúlia.
13 de novembro de 2007
Medo!!!!!!!!!!!

8 de novembro de 2007
Reis a sério

A realeza passou mas o hotel ficou para gáudio de quem por lá passa.
Hoje ouviu-se fado e guitarra portuguesa em Sevilha. Emocionei-me.
31 de outubro de 2007
30 de outubro de 2007
Thinker on a Rock
Chama-se mesmo "Thinker on a Rock". Confesso que não sabia e sempre lhe chamei pensador por se parecer com o outro Pensador. Dei com ele num passeio matinal por Whashington. Entrei no "Jardim-Galeria" e, perplexa, tirei uma foto.
Nunca mais vi nada sobre ele, nem nome nem autor. Estava na altura de saber mais.
29 de outubro de 2007
Pensador

Esta foto foi tirada há precisamente 2 anos atrás (29 de Outubro) no museu de escultura de Washington DC.
Coincidências irónicas da vida, hoje lembrei-me dela sem me lembrar da data em que a tirei.
Merece lugar no blog pela surpresa que me causou e, pelo magnetismo que tem por não me sair da cabeça enquanto não fui à pasta das fotos revê-la.
Este Pensador leva a sério o poder do pensamento.
Desconcertante.
Paixão ou A Batalha Contra as Sombras
À venda a partir de dia 7 de Novembro de 2007.
Espero que o 7 seja um número mágico para o Ricardo. Quem nos presenteia com versos assim merece a felicidade e o êxito.
27 de outubro de 2007
Mulheres Bonitas

26 de outubro de 2007
Dandys

Uma pérola de Pedro Mexia: "Hoje, temos apenas o «metrossexual», que é basicamente um gay que ainda não aceitou a sodomia"
Este belo rapaz é a cara de um anúncio de jóias masculinas de uma conhecida marca de relógios. O exemplar é bom, não havia necessidade daquele anelucho no dedo, havia?!
O que se passa com os nossos homens? Falta pouco para voltarmos aos Dandys de outros tempos: laços, jóias, saltos altos, pó de arroz em bochechas inflamadas.
Se ao menos estes novos dandys tivessem o romantismo poético de Lord Byron ou de Baudelaire...
Multiculturalidade
Refiro-me a salas de jantar onde se juntam à mesa chineses, japoneses, indianos, americanos, mexicanos, espanhóis, portugueses, franceses, alemães, ingleses, finlandeses, dinamarqueses, paquistaneses, cipriotas, gregos, canadianos, russos, nigerianos, angolanos, sul africanos...enfim, pessoas de todas as nações, raças e culturas.
E, de cada vez que repito a experiência, fico mais encantada pelo que aprendo. A abertura de espírito e a tolerância são a chave para o futuro. Todos temos a aprender uns com os outros.
Não existem modelos de sociedade totalmente perfeitos tal como não existem modelos totalmente imperfeitos. Se tentarmos, todos, captar e assimilar o que de melhor os outros têm, provavelmente teremos uma sociedade melhor no futuro.
É nisso que acredito.
Aprender com humildade. Esta é a frase-chave.
Folhas Caídas
Divino, eterno! - e suave
23 de outubro de 2007
Hipóteses de emigração 1
21 de outubro de 2007
Dá Deus nozes...
Frase boa esta, se o meu país aceitasse ajudas.
Assim... Batatas!
Encruzilhadas
14 de outubro de 2007
Futilidades
O que tem isto em comum?
EU, hoje.
13 de outubro de 2007
Reflexões
Hei-de vê-lo depois de despido de egoísmo, atente somente aos motivos gerais; o seu bem será sempre o bem alheio; terá como inferior o que se deleita na alegria pessoal e não põe sobre tudo o serviço dos outros; à sua felicidade nada falta senão a felicidade de todos; esquecido de si, batalhará, enquanto lhe restar um alento, para destruir a ignorância e a miséria que impedem os seus irmãos de percorrer a ampla estrada em que ele marcha.
Nenhuma vontade de domínio; mandar é do mundo das aparências, tornar melhor de um sólido universo de verdades; se tiver algum poder somente o veja como um indício de que estão ainda muito baixos os homens que lho dão; incite-o o sentir-se superior a mais nobre e rude esforço para que se esbatam e percam as diferenças; não aproveite para mostrar a sua força a fraqueza dos outros; o bom lutador deseja que o combatam mais rijos lutadores.
Será grato aos contrários, mesmo aos que veem armados da calúnia e da injúria; compassivo da inferioridade que demonstram fará tudo que puder para que melhorem e se elevem; responderá à mentira com a verdade e ao ódio com o bem; tenazmente se recusará a entrar nos caminhos tortuosos; se o conseguirem abater, tocará com humildade a terra a que o lançaram, descobrirá sempre que do seu lado esteve o erro e de novo terá forças para a luta; e se o aplaudirem pense logo que houve um erro também.
Agostinho da Silva
12 de outubro de 2007
Preparado para viver, preparado para morrer
Ouvi esta frase da boca de um dos homens mais brilhantes que conheço.
E não é frase feita. É verdadeiramente sentido.
Compreendo-o mas não deixa de me impressionar a sua lucidez e capacidade de análise.
Só uma pessoa com uma capacidade de análise estratégica muito acima da média poderia sentir isto de forma tão lúcida e "resolvida". É o caso.
Há 2 características pessoais que me fazem admirar infinitamente algumas pessoas. Por quem tenho verdadeira paixão intelectual.
A primeira é a inteligência e a segunda a capacidade de análise. Poucos têm a capacidade de olhar para as peças soltas de um puzzle e ver o retrato global.
Tenho o privilégio de conhecer alguns.
Esses são aqueles que transformam um dia de rotina num dia excepcional só por partilharem os seus pontos de vista de forma generosa com uma aprendiz como eu.
Obrigada.
11 de outubro de 2007
10 de outubro de 2007
PME e Rugby
Ou como transformar ameaças em oportunidades
Trata-se de um industrial de calçado português que tem a ideia de começar a exportar sapatos para Angola.
Envia dois emissários a fim de explorarem as oportunidades de negócio naquele país.
Após uma semana recebe o primeiro telefonema de um emissário que lhe apresenta um cenário catastrófico: "Nem pense em vender aqui sapatos! Não há hipótese! Eles andam todos descalços! Vou voltar para Portugal e tentamos explorar outros mercados."
Rendido, o industrial telefona ao segundo emissário e pergunta quais as hipótes de exportação para aquele mercado.
Do outro lado da linha ouve, numa voz exultante: Fantástico! Temos de começar a trazer sapatos imediatamente! Encontrámos um mercado gigantesco! Eles não têm sapatos! Andam todos descalços.
9 de outubro de 2007
Luanda
Se fosse uma doença, um aneurisma."
José Eduardo Agualusa, As Mulheres do Meu Pai
Sinónimo de Luanda, acrescento eu, VERTIGEM.
Paradoxo: Tenho medo de alturas. Nunca trepei uma árvore. Amo Luanda.
8 de outubro de 2007
Audiências da série "Erva" disparam no Norte
Todas as ideias para ganhar dinheiro sem grande esforço são imediatamente adoptadas e implementadas como se pode ver aqui.
Não sei se o lançamento do DVD deu algum impulso à coisa...
Fernando Pessoa

7 de outubro de 2007
Weed
6 de outubro de 2007
Sê Paciente
que a palavra amadureça
e se desprenda como um fruto
ao passar o vento que a mereça.
Eugénio de Andrade
5 de outubro de 2007
SIC
Estes senhores foram os grandes culpados pelo meu 1º emprego.
Não foi na SIC mas foi por causa da SIC.
E da TVI.
Os privados vieram revolucionar a nossa vida.
Há 15 anos atrás comecei um ciclo de tardes em frente ao televisor com o hino da SIC na abertura da emissão. Seguia-se o Portugal Radical onde aprendi a terminologia surfista: supertubos, as melhores ondas e afins.
Depois vieram as novelas venezuelanas da TVI em tardes infinitas.
Descobri a magia da publicidade.
Fui feliz ali.
Quando já não dava conta do recado consegui uma "aprendiz" que me saiu melhor que a encomenda.
As voltas da vida juntaram-nos outra vez junto à televisão há 6 anos atrás. Espero que por muitos anos ainda.
Parabéns SIC!
Máscara

Álvaro de Campos
4 de outubro de 2007
O Mestre e o Aprendiz
Embora seja mais velho, caminha com agilidade enquanto que o aprendiz escorrega e cai a todo o instante.
O aprendiz blasfema, levanta-se, cospe no chão traiçoeiro e continua a acompanhar o seu mestre.
Depois de uma longa caminhada, chegam a um lugar sagrado. Sem parar, o feiticeiro dá meia-volta e começa a viagem de regresso.
- Já de volta? Mas hoje não me ensinou nada – disse o aprendiz dando mais um valente tombo.
- Ensinei-te sim, mas parece que não aprendes – responde o feiticeiro.
– Estou a tentar ensinar-te como lidar com os erros que cometemos na vida.
- E como se lida com eles? Pergunta o aprendiz.
- Como deverias lidar com as tuas quedas – responde o feiticeiro. – Em vez de amaldiçoares o lugar onde cais, devias era perguntar-te o que te faz escorregar e cair.”
3 de outubro de 2007
Agora é que vou começar a escrever em código!
Mundo desconhecido. Só sei escrever como aprendi. Não entendo nada das novas formas de comunicar e podem insultar-me à vontade em linguagem "chat" que eu vou sorrir com ar ingénuo.
Mas agora tudo vai mudar! Arranjei a "Lista"!
Vou começar a descodificar. No início acredito que demore algum tempo, mas lá chegarei...
2 de outubro de 2007
Silêncio
Vou deleitar-me no silêncio. Dedicar-me a ler silenciosamente, ver uns filmes com o som no mínimo, ouvir o silêncio dos pássaros que pousam nas árvores do meu jardim.
Estou cansada de ruído e com os tímpanos feridos de tantos sons que ecoam rotineiros à minha volta.
Espero passar um fim se semana sem ouvir chamar pelo meu nome e dar descanso às palavras.
26 de setembro de 2007
Os Homens por detrás dos Homens
Esta noite estou tão frágil..."
Foi "Frágil" de Jorge Palma que ouvimos cantar Carlos Tavares, ontem no início e no fim da sua actuação no Maria Matos.
Chamo-lhe actuação porque não foi um espectáculo, nem tão pouco um concerto. Foi um momento de música, talvez. Para ser mais justa, Carlos Tavares brindou os presentes com vários momentos de música. Boa música.
Sente-se a paixão pela música na sua voz. E na vontade contida de extravasar em alguns momentos.
Quem esperava um concerto, enganou-se. Deveria ter ido ao Estádio Nacional e ouvir Police (à mesma hora e no mesmo dia).
Ontem no Maria Matos não houve concerto. Houve música.
Boa. Sem preconceitos. De todos os tempos.
Parabéns ao Diogo Infante pelo espaço fantástico em que se transformou o MM! E pela ideia dos "Cantores Improváveis".
Uma noite bonita, ontem.
25 de setembro de 2007
22 de setembro de 2007
21 de setembro de 2007
20 de setembro de 2007
19 de setembro de 2007
What goes around comes around….
Mas se eu espero o inesperado, ele passa a ser esperado, verdade?
Ou, como me lembrava hoje um amigo, "What goes around comes around…"
E eu vou ficar à espera. Não sei se preparada, mas à espera.
18 de setembro de 2007
Hoje...
Eugénio de Andrade
14 de setembro de 2007
Coincidência
s. f.,
simultaneidade de dois acontecimentos;
concordância;
justaposição;
identificação de duas ou mais coisas;
acaso.
Dicionário Texto Editora
Billy Joel - Piano Man
Hoje apetece-me Billy Joel e afins...
De vez em quando tenho de voltar a esta voz.
13 de setembro de 2007
Portugal vs Escócia World Cup 2007 Rugby
Não sou dada a desportos, como sabe quem me conhece, mas isto não é desporto...é PORTUGAL!
11 de setembro de 2007
Dalai Lama

Tempestade de Verão

6 de setembro de 2007
Experiências em África
É um mero hobbie para satisfazer algumas curiosidades antigas. Se conhecerem alguém que tenha vivido lá e que goste de contar histórias agradeço muito a ajuda. Contactem-me para o blogue!
É indiferente se as pessoas estiveram destacadas na guerra ou se viveram lá por opção.
Prometo partilhar descobertas com quem ajudar!
29 de agosto de 2007
Nao queiras saber de mim - Rui Veloso
Hoje não me recomendo...
o vídeo perfeito.
16 de agosto de 2007
Regresso
Agora que estava a começar a abstrair-me do trabalho é que vou ter de voltar para ele.
O regresso custa...
Hoje não vou falar nada. Talvez amanhã tenha algo de novo para dizer.
Hoje estou demasiado frustrada.
Adoro o meu trabalho! E, provavelmente é esse o problema.
Fico exausta, barafusto, exijo férias, canso-me...e.........
Finalmente férias! UAU! Que bom! Estou mesmo a precisar!
Não fosse o meu trabalho um amante possessivo!
Daqueles que não se consegue viver com eles nem sem eles!
Um amante de quem nos queremos afastar porque achamos que precisamos afastar-nos mas que depois fica a viver dentro de nós, a brincar às escondidas na nossa cabeça e no nosso coração...
Lutamos pela abstração, lutamos para esquecer e, um dia, já refeitos e livres, tropeçamos com ele na rua, no local mais improvável...
E aí começa tudo de novo. ..
Até às próximas férias.
24 de julho de 2007
Quando se fecha uma porta...
Eis se não quando...
Helas! O caminho não era aquele!
Se isto me tivesse acontecido algumas vezes na vida, eu juro que não ligava.
Acontece que está sistematicamente a acontecer. Eu, que não sou supersticiosa nem tão pouco tenho uma visão esclarecida do "Divino", começo a achar que isto é estranho.
Estranho porque confunde a minha racionalidade estabelecida e instalada. Estranho porque não consigo explicar de forma lógica.
Se não vejamos, como é que explico que no mesmo dia em que grandes decisões estão para ser tomadas, tudo corra mal e surja, como que do nada, imediatamente a seguir, uma solução completamente diferente e muito melhor?
Já me disseram que isto tem a ver com pensamento positivo, acreditar que algo de melhor vai acontecer, etc, mas acho isso tudo muito esotérico para o meu pobre raciocínio.
Então se eu estou de rastos, a achar que o mundo ruiu, que os meus planos foram por água abaixo, como é que estou com "pensamento positivo"?
Há aqui qualquer coisa que o Prof. Damásio talvez pudesse explicar.
Eu desisto de compreender, mas vou ficar atenta às fintas da vida e à espera da solução alternativa para cada problema.
Teoricamente com Pensamento Positivo!
23 de julho de 2007
20 de julho de 2007
Saxophone-Nothing gonna change my love for you
Perfeito!
O saxofone pode ser mágico...
(também gosto do pormenor das unhas)
18 de julho de 2007
Snow Patrol - Chasing Cars video
Não sei descrever o que esta música me faz sentir.
Todas as palavras ficam aquém.
Portela
Não consigo deixar de pensar na Portela e de me inquietar.
Sei que qualquer meio de transporte tem riscos. Morrem mais pessoas nas estradas a toda a hora, em todo o mundo, do que, obviamente, de avião. Mas não sei se por serem muitas pessoas em simultâneo, os acidentes de avião chocam mais.
As imagens são mais impressionantes.
O medo invade-nos por segundos, minutos...
até à próxima viagem que teremos de fazer.
Porque temos de sair de casa todos os dias.
Mas confesso que ver os aviões sobrevoarem Lisboa a toda a hora me deixa um pouco mais inquieta.
Será só a mim?
16 de julho de 2007
A Marinha é um antro de cavalheiros!
O meu cepticismo militar acabou de vez.
Na Marinha está o nosso melhor.
A Ver Estrelas
Não sei se era a escuridão total que favorecia o cenário ou se era apenas uma noite especial.
Sei que me impressionou pela grandeza e beleza. Dei por mim a contar estrelas e a pedir desejos.
Os desejos assomavam-me à cabeça com uma força tal que se iam atropelando uns aos outros.
As estrelas pareceram-me impossíveis de contar.
Tantos desejos...
Tantas estrelas...
Mais uma vez não consegui escolher um. Fiquei indecisa.
Como se escolhe um desejo em detrimento dos outros?
Fiquei a olhar, no silêncio da noite a desejar apenas que aquele momento não acabasse.
O Alentejo tem destas coisas...
6 de julho de 2007
Outra Tertúlia
Boa comida, bom vinho, bons charutos...e uma rosa para as senhoras no final.
O resto já sabemos...
se não há almoços grátis, imaginem jantares!
5 de julho de 2007
vilamulher.com
Trata-se de uma rede de contactos a que se acede por convite. Lá dentro partilham-se experiências, para além de tudo o que um portal deve ter: agenda de espectáculos, notícias, empregos, blogs, chat...
Esta Vila é uma criança, mas uma criança sobredotada.
Experimentem.
Página 161, 5ª frase

Pág. 61, 5ª frase in Inventar a Solidão, de Paul Auster
Segui o desafio do Ludovico do Momentos & Documentos
"Pegar no livro mais próximo (Não precisa de ser o que andam a ler).
Abri-lo na página 161.
Procurar a 5ª frase completa
Colocar a frase no vosso blogue ou como comentário no meu.
Não vale procurar o melhor livro que têm, usem o mais próximo.
Passar o desafio a cinco pessoas"
4 de julho de 2007
Pavilhão chinês
Os candidatos devem estar loucos
Será que ninguém consegue explicar àquelas almas a diferença entre tempo de antena e notícias?
Agora a moda é reclamar notícias? Tempo de notícias?
Os candidatos devem estar loucos...e a ERC pôs- se a jeito.
15 de junho de 2007
Frase do Dia
29 de maio de 2007
Oásis na cidade
3 min. de fama
Que a tua "aerodinâmica" te permita muitos longos, altos e sustentados voos.
26 de maio de 2007
Prova de Fogo
Pois foi o que tive de fazer hoje. Um exercício fantástico que me ajudou a simplificar conceitos, a tentar tornar simples coisas complicadas.
Acho que a partir de hoje vou fazer sempre isto. Voluntariamente.
Antes de tentar explicar algo a adultos vou trocar por miúdos primeiro. Aprende-se muito com a simplicidade das crianças...